Aprenda à utilizar os Robôs.

28/08/2017

 

Cena do filme “2001 – Uma Odisseia no Espaço” , representação do monolito como poder mítico da tecnologia.

 

A inteligência artificial já está em nossas vidas muito mais inserida do que julgamos. Está aprendendo com o nosso dia a dia, está evoluindo para compreender a forma de tarefas determinadas que o sistema é programado. Já está agregando informações que geram entendimento de posições alternativas e subjetivas saindo do modo simples de logaritmo.

 

Se torna útil para o nosso trabalho poder contar com um nível de processamento de informações mais ágeis  comparado com que uma pessoa poderia fazer no mesmo período. A chegada dos robôs iniciou-se na Revolução Industrial onde foi observado que a produtividade poderia ser alterada. Os processos produtivos seriam melhores aplicando técnicas da condução da produção em série ou controlada conforme a demanda. As máquinas e equipamentos buscam otimizar o processo para produzir mais com o menor custo possível.

 

Quando a informática chegou, lembro que os Centro de Processamentos de Dados (CPDs) era uma empresa que detinha um computador, do tamanho de uma sala, capaz de ler um volume de dados, agrupá-los e organizá-los em relatórios gerencias que consolidavam as informações daquele período. Com essas informações era muito mais rápido verificar o que ocorria nas áreas produtivas, financeiras, vendas e poder tomar as decisões para corrigir o que estava com baixos resultados.

 

Compreendendo que naquela época ser digitador, era a pessoa que digitava no sistema os dados manualmente,  chegou ser uma profissão, criando uma demanda para essa área. No entanto, logo em seguida foram aprimorados os processadores e sistemas operacionais tornando a velocidade de processamento cada vez maior já que os dados viam digitados pelos usuários do sistema.

 

 

De lá para cá temos um salto gigantesco a nível de compreensão sistemática da informática e sua aplicabilidade dessa evolução em nosso dia a dia. O que temos hoje já é um sistema com um nível de processamento altíssimo, capaz de criar sua auto suficiência de reações proporcionando completa automação.

 

Com a modernização e a evolução da tecnologia a substituição de pessoas pelos robôs está em evidência, porém muito mais um poder de mídia do que na realidade, criando assim um pensamento dissociado das realidades de nossas vidas. As máquinas já estão substituindo o homem a quase um século e agora pela situação que estamos evoluindo a tecnologia e descobertas temos medo que essa substituição aconteça.

 

Fazendo melhor do que a máquina.

 

Como podemos desenvolver a nossa arte e ciências no ensino secundário para influenciar o Qi e até para relações sociais mais complexas, essa inteligência não chegou lá, conforme estudo da Universidade de Houston, publicado pela European Journal of Personality. Avaliaram mais de 340 mil pessoas acima de 50 anos, perceberam que a cada 15 pontos a mais de Qi constatados, caia em 7% o risco de alguém ser substituído por uma maquina. Jogando isso para uma população americana, demonstra 10 milhões de empregos ameaçados pela inteligência artificial. Outro ponto importante que numa escala de 5 pontos, o aumento de 1 ponto no gosto por trabalhos em Ciência garante 3 milhões de vagas que seriam destinadas as maquinas, segundo artigo de Paulo Nogueira da revista Época Negócios.

 

Com o nível de criatividade, grau de complexidade que exige flexibilidade e improviso é o que temos para superar as máquinas. Ainda que a situação socioeconômica do indivíduo não afeta suas perspectivas profissionais, determinadas pelo nível de inteligência, extroversão e maturidade como interesse por artes e ciências.

 

O responsável pelo futuro é na realidade o sistema educacional atual que precisa ser adaptado para essa nova geração. Como o Qi não tem fortes influências genéticas o que nos resta é dar ênfase nos traços da personalidade promovendo interação social desenvolvendo talentos, segue Paulo Nogueira.

 

Wall E – robô da animação da Disney/Pixar 2008 – trabalha para compactar e organizar todo lixo do planeta terra.

 

Não precisamos ter medo da tecnologia e sim conhecer seus limites e saber aplicá-la corretamente para o benefício da humanidade. Que essa tecnologia ofereça opções, alternativas para serem tomadas pelo homem.

 

 

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