Errar não é mais humano.

 

As máquinas já estão errando também e assim podemos provar que não é só o ser humano que pode errar e não sentir as consequências. O errar é humano começa à ser ultrapassado.

Nos tempos de uma conectividade avançada encontramos muitos aparelhos eletrônicos, equipamentos e até mesmo sistemas dando algum erro fatal. Se esses erros não forem corrigidos à tempo causarão efeitos colaterais  nos sistemas e nas pessoas também.

 

Então devemos cuidar e tratar nossos erros cada vez mais honestos e verdadeiros, ou seja, saber que o erro é possível e tratá-lo em sua existência. Faça uma análise do erro cometido. Pesquise o que levou ao cometer, compreenda e veja o que pode corrigir para acertar melhor.

 

“É preciso um maior entendimento de que a postura positiva e de crescimento perante uma falha pode ser um fator importante para levar o sucesso de uma organização, de uma equipe ou até mesmo de um país.” É o que comenta Vicky Bloch – Psicóloga Prof. de especialização da RH da FGV-SP e da FIA. O reconhecimento do erro e aceitação dele passa à ser o primeiro passo para o melhor aprendizado, evidencia a professora observando outro artigo do Wall Street Journal (How not to Flunk a Failure/John Danner e Mark Coopersmith).

 

Precisamos superar esse processo desde crianças, desde a formação de nosso caráter e aprendizado. Que podemos errar e enfrentar esse erro com novas tentativas que superem as expectativas dos erros anteriores e atinjam seus objetivos.

 

 

A gestão moderna já aplica algumas formas de superar o processo do erro, praticando as tentativas positivas para colocarem sempre o otimismo de resolver do que o pessimismo do erro. Se você tem medo de cavalo ou de andar de cavalo e por ventura cair quando for andar pela primeira vez, levante, suba e ande novamente até que compreenda que o medo do erro leva você à desistir.

 

Vale a pena comentar mais uma passagem da professora que comenta sobre um mantra do Vale do Silício, “fail often, fail fast ” (falhe sempre, falhe rápido), afinal a tolerância ao erro é a parte de qualquer processo de inovação.

 

Muito importante então é dar um significado diferente ao posicionamento do erro para que não consuma o processo, a ideia, o relatório, o atendimento antes mesmo que seja criado ou desenvolvido, caso perda o controle,  estará jogando à favor dele e as chances começam aumentar do erro acontecer. Mesmo que o erro apareça deverá ser cuidado de forma natural com a devida atenção na busca da solução e não somente no apontamento do mesmo.

 

Fácil é encontrar pessoas que apontem o erro, difícil é encontrar alguém que não só aponte, mas queira resolvê-lo.

 

 

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